Luanda - O empreendimento Comandante Gika, centro empresarial, habitacional e de negócios, vai ocupar uma área de 307 mil metros quadrados e representa um investimento de 470 milhões de dólares.
O projecto ocupará o lugar da escola militar Comandante Gika, nas imediações do bairro Alvalade em Luanda. A cedência do espaço, pertença das Forças Armadas Angolanas (FAA), teve como contrapartida a construção, por parte do proprietário do empreendimento, de uma academia militar, numa outra zona de Luanda.
Do empreendimento farão parte, um centro comercial de três andares, baptizado de Luanda Shopping, com 208 lojas, um hipermercado, seis salas de cinema, restaurantes e um parque de estacionamento. Duas torres, com 21 pisos cada, destinadas a escritórios, serão, o principal centro de negócios de Luanda, com o apoio de um parque de estacionamento para 470 veículos. Outras duas torres, de habitação, com 25 pisos cada e 136 apartamentos, constituem o condomínio fechado do empreendimento, também servido por um hotel de cinco estrelas, o «Hotel Vip Grand Luanda», com um heliporto, com 300 quartos duplos e 70 suites.
O projecto tem um prazo previsto para a sua execução de aproximadamente dois anos
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quinta-feira, 31 de maio de 2007
Luanda :Investimento de 470 milhões de dólares
Luanda - O empreendimento Comandante Gika, centro empresarial, habitacional e de negócios, vai ocupar uma área de 307 mil metros quadrados e representa um investimento de 470 milhões de dólares.
O projecto ocupará o lugar da escola militar Comandante Gika, nas imediações do bairro Alvalade em Luanda. A cedência do espaço, pertença das Forças Armadas Angolanas (FAA), teve como contrapartida a construção, por parte do proprietário do empreendimento, de uma academia militar, numa outra zona de Luanda.
Do empreendimento farão parte, um centro comercial de três andares, baptizado de Luanda Shopping, com 208 lojas, um hipermercado, seis salas de cinema, restaurantes e um parque de estacionamento. Duas torres, com 21 pisos cada, destinadas a escritórios, serão, o principal centro de negócios de Luanda, com o apoio de um parque de estacionamento para 470 veículos. Outras duas torres, de habitação, com 25 pisos cada e 136 apartamentos, constituem o condomínio fechado do empreendimento, também servido por um hotel de cinco estrelas, o «Hotel Vip Grand Luanda», com um heliporto, com 300 quartos duplos e 70 suites.
O projecto tem um prazo previsto para a sua execução de aproximadamente dois anos
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sábado, 31 de março de 2007
Angola: Trienal de Luanda encerra hoje
A primeira Trienal de Luanda chega este sábado ao fim com um espectáculo de Paulo Flores, um convite para a Bienal de Veneza deste ano e a emergência de um «novo público», garantiu o director, Fernando Alvim.
«Não só criou um público, como fez emergir alguns coleccionadores e fez emergir artistas que já existiam mas que não encontravam plataformas para mostrar os seus projectos», explicou em entrevista à Agência Lusa.
Em menos de três anos, a Trienal colocou de pé 128 projectos, restaurou quase três mil metros quadrados de espaços devolutos e mostrou em Luanda quase 1.200 obras de arte contemporânea. Tudo isto numa cidade onde não existem praticamente infra-estruturas culturais, nem um público definido para este género de iniciativas.
«O público existia, o que não existiam era os mecanismos para dialogar com este público», desmentiu Fernando Alvim, adiantando que a Trienal vai fechar portas depois de conseguir atrair 110 mil a 115 mil espectadores, entre os quais 40 mil crianças das escolas da capital angolana que visitaram todos os projectos apresentados.
«A média de idades de frequência da Trienal é de 22 a 24 anos, o que é uma média certa porque 70% da população do país tem menos de 26 anos», esclareceu, sublinhando que «não existiam objectivos muito específicos, sobretudo achávamos que tínhamos de criar um movimento cultural para poder legitimar a Trienal de Luanda».
Permitir o acesso das pessoas à arte, «criar hábitos, sem imposição, sem juízos de valor», foi a grande ideia por trás de uma Trienal que, apesar de ter custado quase três milhões de dólares (2,25 milhões de euros), impôs a política de não cobrar entradas para qualquer das suas iniciativas.
Todo o dinheiro para a Trienal e os 700 mil dólares em que está orçamentada a presença na Bienal de Veneza de 2007 com um pavilhão africano, a primeira vez na história do maior evento de arte contemporânea na Europa, vieram todos de bolsos privados.
Apesar de haver empresas privadas angolanas a patrocinar o projecto, Fernando Alvim (com 680 mil dólares) e Sindika Dokolo (com mais de 900 mil dólares) contribuíram com mais de metade do orçamento. «Esta é uma trienal de autor, uma trienal de uma fundação privada, a fundação Sindika Dokolo», explicou Fernando Alvim.
Diário Digital / Lusa 31-03-2007 10:45:25
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